Silvana Gontijo participa de seminário da FGV sobre vulnerabilidades digitais

Encontro foi realizado no dia 18 de setembro.

Presidente do planetapontocom e idealizadora do Programa Esse Rio é Meu destacou a importância do conhecimento e da formação crítica para que crianças e jovens façam escolhas conscientes no ambiente digital.

A Fundação Getulio Vargas (FGV), com apoio da Globo e da Aegea, realizou, no dia 18 de setembro, no Rio de Janeiro, o V Seminário de Responsabilidade Social e a 3ª edição do Prêmio FGV de Responsabilidade Social. O encontro reuniu iniciativas e especialistas para discutir diferentes dimensões da responsabilidade social, entre elas os desafios relacionados às vulnerabilidades digitais na infância e na terceira idade.

A programação começou com a entrega do Prêmio FGV de Responsabilidade Social, que recebeu mais de 1.300 propostas de todo o país e reconheceu 12 iniciativas. O prêmio principal, no valor de R$ 50 mil, foi concedido ao projeto Casa Nutri, da Associação Be a Child, na categoria Saúde.

Outras seis iniciativas receberam R$ 20 mil cada: Associação Cidade Escola Aprendiz, na categoria Educação; Thydewá, em Arte e Cultura; Instituto Sema, em Esporte Comunitário; Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), em Meio Ambiente e Saneamento; e Ronda Urbana de Amigos Solidários, em Cultura da Paz. Também foram concedidas seis menções honrosas.

Na sequência, o seminário promoveu mesas de debate sobre temas relacionados à responsabilidade social. Uma delas, “Vulnerabilidades Digitais na Infância e na Terceira Idade”, reuniu diferentes perspectivas sobre os desafios impostos pela crescente presença das tecnologias no cotidiano. A conversa foi mediada por Renan Ferreirinha e contou com a participação de Silvana Gontijo, presidente do planetapontocom e idealizadora do Programa Esse Rio é Meu; de Maria Helena Cabral e Tarcísio Cabral, fundadores do Projeto 60demais; e de Laís Fontenelle, psicóloga e consultora do Programa Corpos e Mentes Saudáveis da Vila Sésamo.

Durante o debate, Silvana Gontijo apresentou a experiência do Programa Esse Rio é Meu, destacando uma proposta educativa que parte do território e da construção do pertencimento para estimular a responsabilidade socioambiental. Também ressaltou o papel da formação continuada de professores e do protagonismo de educadores e estudantes na construção desse processo.

Ao relacionar a experiência do programa aos desafios do ambiente digital, Silvana destacou a importância do conhecimento e da formação do espírito crítico. Para ela, crianças e jovens precisam desenvolver repertório para compreender o ambiente em que estão inseridos, avaliar informações, fazer escolhas conscientes e exercer a cidadania com autonomia e responsabilidade.

A participação no seminário ampliou o debate sobre os desafios contemporâneos da educação e reforçou a perspectiva do planetapontocom de que a formação de crianças e jovens envolve não apenas o acesso às tecnologias, mas também a capacidade de compreender criticamente os contextos em que elas são utilizadas.

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